Enfim, mudança.

Muda de novo, muda, muda. Moleque muda.
Moleque acha, sempre, que é mister mudar, se definir na alteridade, lembrar-de-si olhando para outros "sis".
Moleque não para, pensa que é tubarão; pensa que, se para, morre.
Moleque morre se ficar parado?
Morre não.
Moleque adia tudo porque sabe que não vem nada. Quando vier, a brincadeira acaba. Moleque reinventa. Joga Calvinball (virou craque).
Moleque se apaixona, apaixona mais e muda de novo. Dá a desculpa que precisa de mais espaço para acomodar livros novos, calças boca-de-sino, caçarola. Mas é mentira: precisa de mais espaço porque cresceu o amor.
Vamos?

1 Comments:
Vamos logo que o amor já cresceu faz tempo e agora transborda pelas portas e janelas.
Sem contar que o apartamento novo terá espaço para o seu estúdio e para os nossos 20 cachorros imaginários =P.
Já falei o quanto te amo?
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