20050331

Eu voltei quietinho, mas havia alguém escutando.
Veleidades. É, isso tem nome, sabia?

20050329

Bandeava para lá do azul, o velho se coçava. Via que via a sombra se ia e agora já não mais de morango era a tarde. Manhãs, é o que sobrava.
Volto logo.

20050328

or the other way 'round.

20050327

Larga o ali, agarra o aqui.
=P

20050325

Checando.
Ainda estou aqui.
Figures.

20050324

No pascoa.

20050323

I can tell you taste like the sky cause you look like rain.

20050322

You met me at a very strange time in my life.
Grab yourself, we're taking off.

20050321

Você realmente acredita nisso tudo, não é?
Café ruim é heresia.
Morte aos filisteus.

20050320

Essa coisa de tocar em banda é vício.
Falando em vícios.
Um ensaio por semana já ficou pequeno.
Tem-se de obrigar a escrever. Mais que um hábito, precisamos de um vício.
Se não um vício, uma necessidade, premência, que se jogue aos porcos a lavagem, com palavras a engrossar.
Get my fix. Go to sleep.

20050318

Desaprendendo a escrever. Ao menos as coisas importantes.

Agora, o bullshitês está cada vez melhor. Quer um job description? Uma request for proposal? Um relatório de ganho de produtividade?

Afe.
Sono. E a coisa não dá sinais de mudança.
A coisa não quer dar folga.
A "coisa" precisava ser despersonalizada para ver se alguém se mexe e lida com ela.
Elas.

Hm.

Sono.

20050316

Grabbin' and runnin'. Whatever it takes.
My favorite things.
Some of them, at least.

20050315

Nem que não seja, agora já era.
Corre pro abraço.
Encore!
A revolução será em Sib!

20050314

Da série pleonasmo vicioso:

Calor desagradável.
Quase oficial: call me Booga.
The great pretender:
— Como? Ah, eu finjo bem…

20050313

Ah, sim. Flickr.
Digital, enquanto sua lomo não vem.
Quando é que vão me pagar para não trabalhar? Faz todo sentido, no final das contas. Se você acha que não, pergunte. Eu explico.

20050312

É. Não morreu.
Vai saber, quem?

20050311

Sempre que me esqueço, forço-me a esquecer ainda mais um pouco além. O esquecimento, todos sabem, nunca é completo.
"O que mesmo que eu devia me lembrar?" — é isso que fica: uma nota, um resquício, a quase-certeza do que não está lá, a marca no tapete, a cor estranha na parede, a falta da lembrança.
Não. Há que esueqecer-se completamente, não lembrar mesmo que havia ali lembrança. Não haver o que estranhar.
Há que haver uma completude.
Só assim há paz, há ilusão.
Dúvidas são certezas.
Prefiro, e já fica claro, a incerteza. O mundo à beira do mundo.
É show:

20050308

E-mule e meus HDs. Uma briga desigual.
Zebda, Down to the Bone e Ornette Coleman.

Na verdade falta tempo para queimar tudaessajosta em DVD.

Sao Burner.
Isso aqui é referência de fotografia.
Shows do Dolores. Banda deste aprendiz de saxofonista. Ênfase no aprendiz. Anotaí:

Dia 17/03 (quinta-feira)
Onde: Picasso Bar - São Paulo
Abertura: Make Out Club
Horário: à partir das 22h
Entrada: R$ 5,00

Dia 02/04 (sábado)
Onde: Mondo77 - Campinas
A casa abre as 20h

Dia 19/04 (terça-feira)
Onde: Coppola Bar - São Paulo

Em breve mais detalhes.
Heisenbergian paradise. Inconsistente e incongruente. Incerto, decerto. Poesia de quinta, aula todo dia. Random mode on.
Eu discordo de mim mesmo.