Quando você vira tiozinho, algumas coisas começam a chamar sua atenção. Isso é indício de chatice crônica, crescente; ou a tolerância se esvai, como o fôlego para subir escadas.
O fato é: não recebo mais nada (e-mails, bilhetes, jornais, revistas) sem erros feios de português. A constatação é a seguinte: ninguém mais, tirante alguns revisores realmente bons, sabe falar a língua. A norma culta está morta e sepultada.
E não falo de erros de digitação — eu sou um mestre em trocar letras; sou o Hortelino dos teclados —, mas erros que atestam a incapacidade de utilização da língua. Ortográficos. Sintáticos. Erros de intenção. Palavras com sentido errado.
A discussão antiga, do avanço da língua, cai por terra quando as pessoas não conseguem mais se comunicar. Ou não?
Sei lá. Dureza é ter de pedir a alguém para explicar: Mas o que você quis dizer com…
O fato é: não recebo mais nada (e-mails, bilhetes, jornais, revistas) sem erros feios de português. A constatação é a seguinte: ninguém mais, tirante alguns revisores realmente bons, sabe falar a língua. A norma culta está morta e sepultada.
E não falo de erros de digitação — eu sou um mestre em trocar letras; sou o Hortelino dos teclados —, mas erros que atestam a incapacidade de utilização da língua. Ortográficos. Sintáticos. Erros de intenção. Palavras com sentido errado.
A discussão antiga, do avanço da língua, cai por terra quando as pessoas não conseguem mais se comunicar. Ou não?
Sei lá. Dureza é ter de pedir a alguém para explicar: Mas o que você quis dizer com…
