20030924

Quando você vira tiozinho, algumas coisas começam a chamar sua atenção. Isso é indício de chatice crônica, crescente; ou a tolerância se esvai, como o fôlego para subir escadas.
O fato é: não recebo mais nada (e-mails, bilhetes, jornais, revistas) sem erros feios de português. A constatação é a seguinte: ninguém mais, tirante alguns revisores realmente bons, sabe falar a língua. A norma culta está morta e sepultada.
E não falo de erros de digitação — eu sou um mestre em trocar letras; sou o Hortelino dos teclados —, mas erros que atestam a incapacidade de utilização da língua. Ortográficos. Sintáticos. Erros de intenção. Palavras com sentido errado.
A discussão antiga, do avanço da língua, cai por terra quando as pessoas não conseguem mais se comunicar. Ou não?

Sei lá. Dureza é ter de pedir a alguém para explicar: Mas o que você quis dizer com…

20030918

Funkin' for fun!

20030916

Sic transit omnibus.

20030915

AH, mas é pior quando a partitura foi escrita para um sax alto, o que é freqüente. Aí, a transposição é de Mib para Sib
O sax tenor é um instrumento em Sib (si bemol). Isso quer dizer que sempre que eu pego uma partitura para, digamos piano, baixo ou guitarra, tenho de transpor, tenho de transportar todas as notas para que a música, escrita em dó soe em sib.
Quando vou tocar com alguém e esse alguém me dá o tom (sol maior, por exemplo), tenho de parar e pensar em que tom tenho de tocar para "soar" sol maior.
Trampo.
Já me explicaram o porque dessa tranca, mas não me convenceram da necessidade.

Mas o preâmbulo é para dizer que buracos negros cantam em si bemol.

Vai entender…

20030909

Roll up for the Mystery Tour!